Deputado do PT nega que CPI dos cartões seja inviável em SP

Enio Tatto insiste na transparência dos gastos do governo e na punição dos envolvidos em irregularidades

Pedro Fávaro Jr., da Agência Estado,

13 de fevereiro de 2008 | 12h22

O deputado estadual Enio Tatto (PT), líder das Minorias na Assembléia Legislativa, negou nesta quarta-feira, 13, que seja 'inviável' ou esteja 'enterrada' a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o uso de cartões corporativos no governo José Serra (PSDB). Tatto refutou nota publicada por O Estado de S. Paulo, por meio da qual o PT estaria admitindo a inviabilidade da CPI. O deputado petista insiste em que haja transparência dos gastos do governo, "em todas as suas esferas e com a punição dos envolvidos, no caso de comprovadas irregularidades". Defende ainda, com a bancada do PT na Assembléia Legislativa, que Barros Munhoz, líder tucano, siga a mesma a iniciativa do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) - que propôs a apuração dos gastos desde a criação dos cartões corporativos, ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso.  "O PT quer a investigação dos 5 anos do governo de Geraldo Alckmin, além do governo Serra. A assessoria da Bancada está apurando dados desse período", disse.

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