Deputado acusa colega de tê-lo ameaçado de morte

Em depoimento no Conselho de Ética da Câmara, o deputado Carlos Willian (PTC-MG) acusou o deputado Mário de Oliveira (PSC-MG) de tê-lo ameaçado de morte. Segundo William, a ameaça teria sido feita no cafezinho próximo ao plenário da Casa no dia da posse, em 1º de fevereiro deste ano. Depois desse episódio, Carlos Willian entrou com processo na Corregedoria da Câmara contra Oliveira. Oliveira responde a processo de cassação no conselho, acusado de contratar pistoleiros para assassinar Willian. Mário Oliveira nega as acusações. No depoimento, Willian contou que as desavenças com o colega de Minas Gerais começaram em 2002, quando Oliveira pediu que ele renunciasse ao mandato para que o pastor Antônio Carlos, primeiro suplente, assumisse, já que Willian ainda tinha dois anos de mandato como vereador em Belo Horizonte (MG). Willian disse que rejeitou a proposta. "A partir daí, comecei a ser perseguido pela Igreja", afirmou. Ele disse foi prejudicado em suas atividades na Igreja do Evangelho Quadrangular, a mesma congregação de Oliveira, e terminou deixando a instituição em 2005.

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