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Depois do MST, CUT também poupa Lula e critica Alckmin

Assim como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) em São Paulo, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) decidiu voltar sua artilharia para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e poupar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar as campanhas salariais em curso pelos servidores públicos federais e estaduais. De acordo com o presidente da CUT, Luiz Marinho, enquanto o governo Lula tenta corrigir as "distorções" sofridas pelo funcionalismo público federal durante oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) com a chamada Mesa Nacional de Negociação Permanente, o governador paulista "se finge de morto" em relação aos servidores estaduais."Temos em Brasília um espaço privilegiado de debate com o governo e com o Ministério do Planejamento. Em São Paulo, a Fatec e as ETEs estão há 30 dias paralisadas e sem negociação com o governo", disse o sindicalista, citando a Faculdade de Tecnologia de São Paulo e as escolas técnicas estaduais. Ele argumentou ainda que, apesar de algumas categorias do funcionalismo federal já terem aprovado "indicativos de greve", o governo Lula mantém diálogo e negociação. "Cobramos do governador Alckmin negociação, algo inexistente em São Paulo.Servidores da Saúde e os professores prometem greve para este mês e o governado paulista não se move, nem para dizer que não pode oferecer nada aos servidores. É uma relação completamente diferente da do governo federal", compara.

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