Denúncia é 'superficial', diz defesa de ex-ministro

Castellar Modesto Filho rebate acusação de que seu cliente , Anderson Adauto, teria participado de lavagem

23 de agosto de 2007 | 13h49

Durante apresentação no Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado Castellar Modesto Filho, que representa o  prefeito de Uberaba (MG), Anderson Adauto, rebateu  denúncia de lavagem de dinheiro contra seu cliente e diz que a denúncia é "superficial". Segundo ele, a acusação afirma que Adauto e seu chefe de gabinete José Luiz Alves receberam R$ 1 milhão. Veja Também: Tudo sobre o mensalão   Guimarães Filho afirma que o mais grave é a narrativa superficial feita sobre o delito de corrupção ativa contra Anderson Adauto. Na época em que se atribui o crime a ele, diz o advogado, ele exercia o cargo de ministros dos Transportes, mas é acusado de ter participado de um esquema de compra de votos na Câmara dos Deputados. À época ministro dos Transportes,  Adauto teria recebidos estes  recursos obtidos recebidos por solicitação a Delúbio que recebia esses recursos para pagar dívidas de campanha para se eleger deputado federal.Luiz apareceu no banco rural sacando R$ 200 mil e assinou recibo bancário.  Durante quatro vezes Jose Luiz Alves, chefe de gabinete de Adauto, compareceu ao banco rural sacando valores que totalizaram R$ 200 mil e todas as vezes se identificou corretamente, diz ele. "A ação não tipifica nenhum crime de lavagem de dinheiro", alega.   

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