Denúncia contra Chalita deve ser avaliada com 'critério', diz presidente do PT-SP

Edinho da Silva defendeu cautela no caso pelo fato de autor das acusações ter sido levado ao Ministério Público por um assessor de campanha de Serra

Gustavo Porto e Daiene Cardoso, da Agência Estado

27 de fevereiro de 2013 | 11h33

O presidente estadual do PT, Edinho Silva, defendeu nesta terça-feira o deputado federal e aliado Gabriel Chalita (PMDB-SP), investigado pelo Ministério Público (MP) por suspeita de receber R$ 50 milhões de empresários quando foi secretário de Educação do Estado de São Paulo.

Para Edinho, o fato de o autor das denúncias, Roberto Grobman, ter sido levado ao MP por Ivo Patarra, assessor de campanha do ex-governador e candidato derrotado a prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), "faz com que elas (denúncias) sejam olhadas com mais critério ainda", disse. Ele fez o comentário ao chegar à reunião Nacional da CUT, que comemora os 30 anos da entidade sindical, em São Paulo.

Segundo o presidente estadual do PT, Chalita "tem direito de se defender das denúncias, de expor o contraditório e somente o tempo e as investigações vão mostrar quem diz a verdade". O deputado nega as acusações.

Edinho evitou comentar se as investigações prejudicarão a indicação de Chalita para um ministério, como vem sendo aventado. "Eu nem sei se ele foi convidado pela presidente Dilma. Quem escolhe ministros é ela."

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