Delegados dizem que Lins recebia propina

Os delegados-adjuntos Rafael Menezes, da 14ª Delegacia do Leblon, e Maurício Demétrio, da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, acusaram ontem, na Corregedoria-Geral Unificada, o ex-chefe de Polícia Civil e deputado cassado Álvaro Lins (PMDB) por distribuir cargos em delegacias do Rio em troca da conivência com o jogo ilegal em máquinas caça-níqueis e da arrecadação de propina. O processo pode resultar na expulsão de Lins da polícia. O homem forte da segurança pública no governo Rosinha Matheus (2003 a 2006) nega as acusações. Lins foi preso em maio pela Polícia Federal na Operação Segurança Pública S.A..

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.