Delegada sofre seqüestro-relâmpago no RJ

Dois homens seqüestraram, nesta manhã, a delegada-adjunta da 10.ª DP (Botafogo), Inês Maria de Oliveira, de 45 anos, quando ela saía de casa, em Bangu, zona oeste. Os criminosos sacaram R$ 2.500 da conta de Inês em um caixa eletrônico na Barra da Tijuca, também na zona oeste. À tarde, a policial foi libertada num posto de gasolina em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. De acordo com o chefe de Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, Inês está viva porque não portava carteira funcional ou arma, o que impediu sua identificação.O caso gerou uma grande mobilização por parte da polícia, que vasculhou favelas e motéis em busca de Inês e dos seqüestradores. A Polícia Civil destacou 200 homens para o caso, incluindo agentes da força-tarefa da Secretaria de Segurança Pública, da Polinter, Coordenadoria de Inteligência e Apoio Policial (Cinap) e Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), entre outras unidades. A PM também participou, com homens do Serviço Reservado e do 14.º BPM. Segundo o secretário estadual de Segurança, coronel Josias Quintal, a polícia já tem suspeitos. Mesmo antes de Inês ser encontrada, Josias mostrava confiança em sua libertação. "Penso que o caso vai ser solucionado em poucas horas. A polícia já tem pistas".

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