Defesa do promotor Igor tenta garantir recurso ao STJ

A defesa do promotor de justiça paulista Igor Ferreira da Silva, condenado a 16 anos e quatro meses de reclusão por homicídio qualificado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, ingressou no Superior Tribunal de Justiça com um agravo de instrumento.O objetivo, segundo informação da assessoria de imprensa do STJ, é garantir a futura remessa de um recurso especial, ao mesmo STJ, para discutir a legalidade da condenação imposta pelo TJ-SP.Atualmente foragido, Igor Ferreira foi apontado como o autor do assassinato, em junho de 1998, de sua esposa Patrícia Aggio Longo, grávida de sete meses. Se o julgamento do agravo for favorável a seu autor, o STJ vai examinar os argumentos que sustentam a nulidade da condenação imposta a Igor Ferreira da Silva.Entre eles, o de que o TJ-SP teria afrontado o art. 381 do Código de Processo Penal, uma vez que as teses oralmente apresentadas pela defesa durante o julgamento não teriam sido analisadas. Além disso, segundo a defesa, um depoimento colhido durante a instrução do processo não teria sido incluído nos autos.

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