Defesa do grupo nega acusações

O advogado Andrei Schmidt, que defende Daniel Dantas, afirmou, em nota, que "os fatos narrados ou não constituem crime ou estão baseados em provas fraudadas no âmbito da Operação Satiagraha". Ele negou evasão de divisas e apontou, sobre a Brasil Telecom, que é "juridicamente inviável" a acusação de gestão fraudulenta de instituição financeira, já que a BrT "não é instituição financeira". O criminalista Antônio Sérgio Pitombo, defensor de Dório Ferman, afirmou que "a decisão não tem previsão legal e evidencia um fato muito grave: desconhecimento do mercado financeiro".José Luís Oliveira Lima, defensor de Roberto Amaral, disse que a denúncia "é fruto de criatividade intelectual". "Tenho convicção de que ficará demonstrado que o dr. Roberto Amaral, um dos mais importantes empresários do País, não tem relação com os fatos citados, jamais praticou ato ilícito ou pertenceu a suposta organização criminosa."

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.