Déda pede trégua à oposição para poder governar SE

Em um discurso emocionado, o governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), que foi empossado para o segundo mandato juntamente com o vice Jackson Barreto (PMDB), disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "é o imortal do povo". Segundo Déda, Lula nunca será esquecido pelo povo brasileiro em virtude da gestão de oito anos. "Peço a vocês que orem pelo presidente Lula, agora que ele está indo para casa", frisou.

ANTONIO CARLOS GARCIA, Agência Estado

01 de janeiro de 2011 | 14h51

Déda também pediu preces para a presidente Dilma Rousseff (PT) e assegurou que, embora não tenha a mesma intimidade com ela como tem com Lula - eles são compadres e amigos de mais de 30 anos - vai trabalhar para ter os pedidos de Sergipe atendidos. Ele também elogiou Dilma e afirmou que "as mulheres brasileiras e sergipanas" estão representadas pela nova presidente.

Logo após a posse, na Assembleia Legislativa, Marcelo Déda pediu uma trégua à bancada de oposição. "Aproveito este momento para fazer um respeitoso convite à aguerrida oposição: vamos debater de forma profunda, sistêmica e programática a saúde de nosso Estado. Façamos uma trégua cívica que nos permita discutir o tema sem abordagens apriorísticas nem radicalismos estéreis".

O governador disse, dirigindo-se ao líder da oposição, deputado Venâncio Fonseca (PPS), que não tem "o monopólio das boas intenções". "Não tenho compromisso com o erro. Estou aberto a receber sugestões e não sou imune a críticas. A única condição que imponho é que o debate se dê de forma democrática e respeitosa, sem fazer da dor alheia bandeira política, nem da morte estandarte eleitoral", comentou.

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