Datafolha consolida queda de Marina, diz cientista

Datafolha consolida queda de Marina, diz cientista

Segundo Marco Antonio Carvalho Teixeira, apesar do pouco tempo para o dia 5 de outubro, Marina agora também precisa se preocupar com Aécio

CARLA ARAÚJO, Estadão Conteúdo

26 de setembro de 2014 | 20h05

Os novos números da pesquisa Datafolha acendem uma luz de alerta para a candidata do PSB, Marina Silva, na avaliação do cientista político da Fundação Getúlio Vargas Marco Antonio Carvalho Teixeira. "Estamos vendo a consolidação de um cenário de queda de Marina", avaliou.

O Datafolha revelou nesta sexta-feira, 26, que a presidente Dilma Rousseff (PT) subiu de 37% para 40% das intenções de voto, enquanto Marina caiu de 30% para 27%. Já o tucano Aécio Neves oscilou de 17% para 18%.

Segundo Teixeira, apesar do pouco tempo para o dia 5 de outubro, Marina agora também precisa se preocupar com Aécio, já que não há garantias de que ela esteja consolidada na segunda posição. "Se ele perde 5 pontos e Aécio ganha 5, por exemplo, ele pode até ultrapassá-la. Ou seja, Marina tem que começar a olhar para trás também", disse.

O cientista destacou ainda que, na simulação de segundo turno, com uma maior vantagem de Dilma, dá mais conforto para a campanha petista. "Marina chegou a abrir 10 pontos. Tentar reverter esse processo, mesmo que haja segundo turno, deu um ambiente melhor para a campanha de Dilma", disse.

De acordo com o Datafolha, no segundo turno Dilma tem 47% das intenções de voto ante 43% de Marina. Há uma semana, Marina tinha 46% e Dilma, 44%.

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