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CUT e servidores querem mudar 13 pontos da reforma

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e as lideranças sindicais dos servidores públicos apresentaram hoje ao relator da reforma da Previdência, deputado José Pimentel (PT-CE), e ao presidente da Câmara, João Paulo Cunha, uma lista de 13 alterações que os servidores públicos querem alterar na reforma da Previdência. "Aposto que as negociações permitirão mudanças", disse presidente da CUT, Luiz Marinho, disse após o encontro. Marinho não quis antecipar o resultado das discussões que serão feitas até o dia 15 de julho, nem apostar em mudanças. "A CUT é contra a taxação dos inativos e o governo a defende para quem ganha acima de R$ 1.058; vamos negociar para ver até onde podemos chegar", disse. Marinho vai participar das audiências públicas nos estados para discutir a reforma da Previdência. Estão programadas audiências no Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul no dia 7 de julho e em São Paulo e Rio de Janeiro dia 14. Os sindicalistas participam no dia 9 de audiência pública na comissão especial da Previdência na Câmara e no dia 15 de mais uma mesa de negociação com João Paulo Cunha. Os sindicalistas querem aumentar o teto das aposentadorias para 20 salários mínimos, além da manutenção da paridade para os reajustes dos servidores. Os sindicalistas querem ainda preservar as regras atuais para as aposentadorias dos professores, mudar a regra do cálculo das aposentadorias e uma regra de transição para as aposentadorias.

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