CUT diz que prisão agravou estado de saúde de Genoino

De acordo com o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, prisões "ilegais e arbitrárias" agravaram o estado de saúde do ex-presidente nacional do PT e deputado licenciado José Genoino (SP). Freitas também critica a prisão do ex-deputado José Dirceu (PT-SP) e do ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, também condenados pelos Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do mensalão.

AE, Agência Estado

21 de novembro de 2013 | 16h53

"Eu, como presidente da CUT, e representante de mais de 23 milhões de trabalhadores, conclamo a parcela sensata e honesta da sociedade, a exigir Justiça, que prevaleça o Estado de Direito. Genoino precisa ser imediatamente solto ou cumprir prisão domiciliar. Esta é uma questão humanitária", disse, em comunicado. Na tarde desta quinta-feira, 21, o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, liberou Genoino, provisoriamente, para tratamento médico domiciliar ou hospitalar. Segundo o presidente nacional da CUT, os petistas foram condenados sem nenhuma prova. Freitas também critica Barbosa, afirmando que ele agiu por "vingança".

A Executiva da CUT vai a Brasília no dia 26 visitar os presos, segundo o comunicado, e prestar solidariedade. "No dia 9 de dezembro, data da entrega do 2º Prêmio CUT - Democracia e Liberdade Sempre - 2013, cujo tema é ''Nada vai nos calar'', vamos fazer um ato de desagravo, uma homenagem aos companheiros", acrescenta.

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