Cunha diz que é preciso 'costurar' candidatura na Câmara

O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ), disse que é preciso muita conversa e "costura" entre os partidos para definir quem será candidato a presidir a Casa. Para o deputado, é preciso ouvir a maioria e não colocar uma condição de que a Câmara tem de ser comandada por um ou outro partido.

DAIENE CARDOSO, Estadão Conteúdo

28 de outubro de 2014 | 19h09

"Temos de costurar. Isso aqui é o Parlamento, o lugar da conversa e da costura. Depois que uma costura for feita, você pode ter condições de ter alguém que possa comandar a Casa com o apoio da maioria", defendeu o peemedebista.

Amanhã, a bancada do PMDB se reunirá e deve indicá-lo como candidato à Presidência da Câmara. O PT já avisou que, por ser a maior bancada e por já ter cedido a vaga para o PMDB nesta legislatura, vai reivindicar o posto.

Cunha disse que sua candidatura ainda não foi colocada e que "ninguém é candidato de si mesmo". "Vamos ainda ver o que o conjunto da Casa pensa para avaliar ainda qual a posição que minha bancada deseja para, a partir daí, ver o que vai se fazer. Por minha bancada, desejo continuar como líder", desconversou.

Sobre o projeto de aumento de salário dos parlamentares da próxima legislatura, o deputado afirmou que ainda não viu a proposta e, portanto, não tem uma opinião formada. "Não estou dizendo nem que não possa apoiar, pode ser até que eu apoie. O que eu disse é que o salário de uma legislatura posterior é estipulada até o último dia da legislatura anterior", declarou.

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