Criação de novos partidos não preocupa Planalto, afirma ministro

Gilberto Carvalho diz que governo está focado em 'trabalhar muito' e evitou falar sobre projeto de lei que propõe restrições a futuras siglas

Rafael Moraes Moura, de O Estado de S.Paulo

16 Abril 2013 | 14h09

Brasília - Um dos auxiliares mais próximos da presidente Dilma Rousseff, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse na tarde desta terça-feira, 16, que o Palácio do Planalto não está preocupado com a criação de novos partidos.

 

Nessa segunda-feira, 15, a Rede Sustentabilidade, projeto de nova sigla da ex-senadora Marina Silva, acusou o governo de "golpe contra a democracia", ao apoiar projeto do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP) que propõe restringir o acesso de novas legendas ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e televisão gratuito. Além da criação da Rede, outra mudança no cenário político é a fusão de PPS e PMN, que pode ser finalizada nesta semana.

 

"É um movimento natural, assim como surgiu PSD, é normal que haja esses movimentos (de criação de novos partidos). (PPS e PMN) São dois partidos que não estão na base governista, não cabe nenhum comentário valorativo dessa questão", disse Carvalho a jornalistas, após participar de seminário no Palácio do Planalto.

 

Questionado se o governo federal não estaria preocupado com a criação de novos partidos, Carvalho respondeu: "O que nos preocupa é a gente trabalhar aqui dentro e realizar nosso programa. Não vejo (motivo de preocupação), (isso) é uma expressão do momento cultural do Brasil, da cultura política brasileira, a gente não tem que estar preocupado com isso. Insisto, a preocupação nossa é trabalhar muito aqui".

 

 

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