Crescimento, a única saída: País vai às urnas sob o peso de uma economia parada

Debate econômico está no centro da campanha presidencial de 2014

O Estado de S.Paulo

08 de setembro de 2014 | 02h06

Num cenário de baixo crescimento e inflação que não cede, o Brasil vive em 2014 uma campanha presidencial marcada, como poucas na história, pelo debate econômico. Assim, temas como a melhor receita para voltar a crescer, onde buscar recursos para a infraestrutura, como recuperar a indústria e qual o modelo adequado de Estado para realizar essas tarefas tornam-se cruciais na disputa - e é deles que trata este Caderno Especial, o segundo da série do Estado sobre eleições, que sai sempre às segundas-feiras.

É uma corrida em que 56% dos 142 milhões de eleitores compõem uma Classe C que, em boa parte, ascendeu recentemente, encheu-se de novos sonhos e aprendeu a cobrar. Entre outras análises, as equipes dos três principais candidatos - a presidente Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) - falam sobre temas como baixar ou não um tarifaço, manter ou não o tripé da economia ou como reduzir o Custo Brasil.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.