Cremesp apura se SP quebrou sigilo médico de paciente

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) abriu uma sindicância para apurar o caso da abertura do sigilo médico do caminhoneiro José Machado pela Prefeitura de São Paulo, após reclamar do atendimento médico municipal no programa eleitoral do candidato do PT a prefeito, Fernando Haddad.

AE, Agência Estado

31 de agosto de 2012 | 10h22

A medida foi tomada após o jornal O Estado de S.Paulo revelar que a Prefeitura de São Paulo teve acesso ao prontuário do paciente sem o consentimento do mesmo e divulgou informações sobre consultas e exames realizados.

Segundo o Cremesp, a instituição abre todos os dias entre 10 e 12 procedimentos para apurar casos em que pode ter havido uma infração ao código de ética médico - e não há, portanto, relação com a polêmica política em torno do caso. Não há prazo para que as averiguações necessárias ocorram. As investigações se restringem a possíveis violações da ética médica, não dizem respeito à infração administrativa. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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