Pixabay / Lobo Estudio Hamburg
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CPMI das Fake News aprova convocação de representantes das redes sociais para depor

Também foi convocada a professora feminista Dolores Aronovich (Lola), em razão das ameaças que ela recebeu em seu blog

Redação, O Estado de S.Paulo

11 de setembro de 2019 | 08h24

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News aprovou na terça-feira, 10, a convocação de representantes no Brasil das empresas WhatsApp, Google, Twitter, YouTube, Instagram, Facebook, The Intercept Brasil e Telegram para prestar depoimento a respeito do tema.

Além dos representantes das redes sociais, a CPMI convocou também a professora feminista Dolores Aronovich (Lola), em razão das ameaças - cyberbullying - que ela recebeu em seu blog.

Os requerimentos foram iniciativa da deputada Luizianne Lins (PT-CE). Na avaliação dela, existe hoje um processo de fake news nas redes sociais e é impossível investigar qualquer coisa se as próprias empresas que hoje são responsáveis pelo compartilhamento das informações não forem ouvidas.

De acordo com informações da Agência Senado, a CPMI, que é presidida pelo senador Ângelo Coronel (PSD-BA), tem 180 dias para investigar a criação de perfis falsos e ataques cibernéticos nas diversas redes sociais, com possível influência no processo eleitoral e debate público. A prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis também será investigada pelo colegiado.

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