CPI quer saber se houve grampos ilegais em operações da PF

Membros da comissão vão ouvir procuradores da República; objetivo é questionar sobre empenho do MP

Agência Brasil

20 de abril de 2009 | 15h41

Os deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas Clandestinas (CPI dos grampos) estão, neste momento, na sede do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo para ouvir três procuradores da República e buscar mais informações sobre a possibilidade de ter ocorrido grampos ilegais em operações da Polícia Federal, como a Satiagraha.

 

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Segundo o presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), o objetivo hoje é esclarecer por que o Ministério Público não se mostrou empenhado em investigar a quebra de sigilo na Satiagraha. "Por que não houve, por parte do MPF, o mesmo empenho na apuração dessa ação da Polícia Federal como houve em outros casos?" indagou o parlamentar.

 

Serão ouvidos hoje os procuradores Fábrio Elizeu Gaspar, Lisiane Cristina Braecher e Roberto Antonio Dassiê Diana. Segundo Marcelo Itagiba, os trabalhos da CPI serão concluídos no dia 14 de maio.

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