CPI quer que Brindeiro esclareça repasse de contador de Cachoeira

Escritório que ex-procurador-geral da República é sócio recebeu repasse de R$ 161 mil

Ricardo Brito,

14 de junho de 2012 | 15h47

Brasília, 14 - A CPI do Cachoeira aprovou há pouco um pedido de esclarecimentos dirigido ao ex-procurador-geral da República Geraldo Brindeiro. A comissão quer saber o motivo de o escritório de advocacia no qual Brindeiro é sócio ter recebido recursos de Geovani Pereira da Silva, contador do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O repasse, de R$ 161 mil, consta do inquérito da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. Geovani é o único foragido desde a operação policial.

Segundo o senador Pedro Taques (PDT-MT), autor do requerimento aprovado, a PF constatou que cinco transferências ao escritório Morais, Castilho e Brindeiro. Até o momento, Brindeiro não se manifestou publicamente sobre o assunto. Taques também pede que o atual procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tome as providências para apurar o repasse a Brindeiro, ex-chefe do MP no governo Fernando Henrique Cardoso e atual subprocurador.

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