Ed Ferreira/AE
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CPI não pode criar cenário cinematográfico para participantes, diz Tarso Genro

'Precisa haver foco, coerência e investigação em profundidade', afirma governador do RS

Eduardo Bresciani - O Estado de S.Paulo,

19 de abril de 2012 | 10h31

Brasília, 19 - O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), afirmou nesta quinta-feira que a CPI do Cachoeira não deve servir para a promoção pessoal de parlamentares que participarão da investigação. Tarso está na Câmara dos Deputados para participar de uma reunião de governadores para debater a dívida dos estados. O Congresso criou a CPI nesta manhã.

"Eu vejo esta como todas as CPI quando eu era ministro da Justiça. Tem que ter foco, coerência e investigação em profundidade, mas sem criar cenário cinematográfico das pessoas que estão trabalhando na CPI", afirmou o governador petista.

Tarso afirmou que no governo Lula houve "exploração" do instrumento pela oposição e que os resultados foram "pífios".

Também presente à reunião, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi protocolar ao falar da CPI. "Somos sempre favorável a uma investigação e ao esclarecimento. Vida pública tem que ser assim, então não deve ficar dúvida, tem de se esclarecer e punir o que for apurado e comprovado".

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