CPI em Palmas para examinar contrato com a Delta é remota, diz vereador

Valdemar Júnior já tentou em 2010 pedir a investigação dos contratos da prefeitura, mas não obteve êxito

Lailton Costa, especial para O Estado

03 de julho de 2012 | 18h46

Na Câmara dos Vereadores, um dos três vereadores de oposição ao petista, Valdemar Júnior (PSD) considera remota a chance de conseguir reapresentar o requerimento para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a contratação da Delta. Para ele, os principais empecilhos são o recesso parlamentar que dura até agosto e por se tratar de ano eleitoral. Júnior afirmou que, caso a suspeita sobre a relação do prefeito com o esquema de Cachoeira continue na agenda pública até agosto, vai tentar instalar a comissão.

"Vou tentar com os partidos aliados do prefeito uma última assinatura necessária, não tem motivo para a Casa, onde o prefeito tem maioria absoluta, não auxiliar o prefeito a esclarecer o assunto", disse Júnior ao Estado.

Em junho de 2010, o vereador apresentou um requerimento pedindo investigação dos contratos da prefeitura com as assinaturas dos oposicionistas Fernando Rezende (DEM) e Aurismar Cavalcante (PSDB, na época no PP), mas a ausência do quarto nome impediu que a instalação da CPI. Na atual composição, o prefeito tem o apoio de nove dos 12 vereadores.

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