Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

CPI dos Grampos quer suspender sigilo judicial da Satiagraha

Integrantes da CPI pretendem conversar sigilosamente com o juíz De Sanctis, responsável pela Operação

Agência Brasil

16 de março de 2009 | 16h57

Dezesseis deputados integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas da Câmara estarão em São Paulo nesta terça-feira, 17, para tentar obter de juízes o compartilhamento e a abertura de dados de investigações sob segredo de Justiça, tais como os das operações Satiagraha e a Chacal, da Polícia Federal.

 

Veja Também:

especialOperação Satiagraha

especialAs prisões de Daniel Dantas

especialOs alvos da Operação Satiagraha  

 

As reuniões devem ocorrer na sede do Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, a partir das 13 horas. Os integrantes da CPI pretendem conversar sigilosamente com os juízes Fausto De Sanctis, responsável pela Operação Satiagraha; Luiz Renato Pacheco, pela Operação Chacal; e Ali Mazloum, responsável pelo processo que investiga o vazamento de informações do delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, no decorrer da Operação Satiagraha.

 

Na semana passada, o juíz Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo, autorizou a quebra de sigilo telefônico do delegado Protógenes Queiroz no período entre fevereiro e agosto de 2008 e afastou o segredo de Justiça do inquérito.

 

"Verifica-se que o segredo de Justiça deste inquérito policial não tem atendido aos ditames legais a que se destina. O sigilo não tem resguardado a investigação", diz o juíz na decisão, ressaltando que só ficarão sob sigilo os dados contidos nas mídias geradas a partir do material que foi apreendido em poder dos investigados na operação e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Tudo o que sabemos sobre:
CPI dos GramposOperação Satiagraha

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.