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CPI dos Cartões não pode parar Senado, defende PSB

Partido sugere que Senado vote um pacote ético, com limitação do voto secreto e a que regulamenta Conselho

EUGÊNIA LOPES, Agencia Estado

12 de fevereiro de 2008 | 12h52

Em nota divulgada nesta terça-feira, 11, pelo PSB no Senado, o senador Renato Casagrande (ES) fez um apelo ao presidente da Casa, Garibaldi Alves (PMDB-RN), para que os trabalhos não parem durante o funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o mau uso dos cartões corporativos desde 1998.   Veja também:   Cronologia da crise dos cartões corporativos   Entenda o que são os cartões corporativos do governo   Após denúncia, governo publica mudanças para cartões     "Nada impede que, concomitantemente ao funcionamento de uma CPI, os líderes, juntamente com o presidente do Senado Federal, definam uma agenda de votações que dê fôlego aos indicadores socioeconômicos que têm refletido na melhoria da qualidade de vida de todas as camadas sociais do nosso País, especialmente dos mais necessitados", diz a nota.O PSB sugere que o Senado vote um pacote ético (com a proposta que limita o voto secreto e a que regulamenta o Conselho de Ética, entre outras), as reformas tributária e política, a revisão do uso das medidas provisórias, o projeto de segurança pública e a alteração na legislação penal e processual, entre outros. "Não é novidade para o Legislativo iniciar mais um ano sob a pressão de uma CPI. Por ser eleitoral, é ainda um ano atípico uma vez que, inevitavelmente, os parlamentares se envolverão com pleitos municipais. Contudo, a CPI e as eleições municipais não podem ser obstáculos ao desempenho do Congresso Nacional, no sentido de trabalhar pelo fortalecimento da democracia", afirma a nota.

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