CPI do Cachoeira começa, apenas um depoente deve falar

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), abriu a sessão prevista para ouvir quatro convocados. Deles, a previsão é de que apenas um depoente deva falar: a empresária Ana Cardozo de Lorenzo, sócia de um instituto de pesquisa contratada pela campanha de 2010 do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

RICARDO BRITO, Agência Estado

03 de julho de 2012 | 11h17

A empresa de Ana Cardozo recebeu pagamento em cheques da empresa Alberto & Pantoja, apontada como sendo do esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Outro convocado, o policial federal aposentado Joaquim Gomes Thomé Neto enviou um atestado médico à comissão pedindo o adiamento de seu depoimento. Thomé Neto é apontado como suspeito de realizar escutas telefônicas clandestinas para o grupo do contraventor.

A terceira pessoa prevista para depor, Rosely Pantoja, não foi localizada pelos policiais legislativos. Responsável pela Alberto & Pantoja, Rosely seria laranja do esquema de Cachoeira. A policia também não localizou o ex-presidente do Departamento de Trânsito (Detran) de Goiás, Edivaldo Cardoso de Paula. Ele teria sido indicado para o cargo por Cachoeira.

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