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Cortes em pensões são alvos de críticas na CCJ

Depois de suspender seus trabalhos para o almoço, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) retomou, por volta das 15h, a discussão da reforma da Previdência, na qual se alternam oradores favoráveis e contrários ao texto proposto pelo governo. Até o momento, um dos pontos mais criticados da reforma tem sido o corte de 30% nas pensões aos dependentes de servidores públicos. Os deputados não chegam a ser contrários ao corte, mas acham que o texto precisa ser melhor formulado. O texto original estabelece que as pensões terão valor de até 70% da aposentadoria. O deputado Inaldo Leitão (PSDB-PB) afirmou que isso deixa brecha para que os pensionistas recebam menos que os 70% e que esse valor seja estabelecido até por medida provisória.O presidente da CCJ, Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), disse que não tem ainda um número definido dos novos destaques de votação em separado apresentados hoje à comissão. Até ontem, havia quatro DVS de bancadas e dez individuais. Greenhalgh ainda acha possível votar hoje o parecer do deputado Maurício Rands (PT-PE). Mas isso só se viabilizaria com a desistência ou a ausência de oradores inscritos, já que há um acordo entre a base aliada e a oposição para não requerer a suspensão da discussão.

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