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Cortes de gastos não atingem Ibama, diz ministra

Izabella Teixeira, titular da pasta de Meio Ambiente, afirma que redução de R$ 50 não a afeta

Anne Warth, da Agência Estado

16 de fevereiro de 2011 | 15h44

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta quarta-feira, 16, que as ações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes não serão afetadas pelo corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União, anunciado na semana passada pelo governo. Após se reunir com empresários na sede da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), na capital paulista, a ministra disse já saber o valor do corte de recursos destinados ao Meio Ambiente, mas não quis revelar o número.

"Não quero falar de números redondos. Nós temos recursos extraorçamentários. Eu trabalho com fundos que não passam pelo Orçamento Geral da União. Há um conjunto de iniciativas que passa fora do Orçamento", disse, citando o Fundo Amazônia, o Fundo Clima e o Fundo para Biodiversidade, além de projetos de cooperação. A ministra ressaltou que o ministério elegeu prioridades e poderá realocar recursos, caso seja necessário.

"Elegemos prioridades e a informação que tenho da Secretaria Executiva do Ministério é de que estamos revendo prioridades em função do que nos foi tornado disponível", afirmou. Segundo ela, todos os ministérios terão de cortar em 50% as diárias e as passagens. "Mas o corte foi no ministério, não foi no Ibama nem no Instituto Chico Mendes. As ações de fiscalização, preservação e ações técnicas foram preservadas", declarou.

Segundo a ministra, os cortes já foram definidos e o novo planejamento será fechado até sexta-feira, 18. "Aquilo que é sensível, como as ações de fiscalização na Amazônia, toda a estratégia de recursos do Ibama e as ações de combate à queimada do Instituto Chico Mendes, foi preservado".

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