Corte no orçamento atinge Saúde e Educação

O ministro da Saúde, José Serra, perdeu R$ 920 milhões dos recursos previstos no Orçamento da União deste ano. O decreto de programação orçamentária e financeira divulgado hoje reduziu de R$ 21,208 bilhões para R$ 20,288 bilhões o limite de gastos em investimento e custeio do Ministério da Saúde. O Ministério da Educação sofreu um corte de apenas R$ 196,6 milhões. Com ele, o limite de gastos do ministro Paulo Renato de Souza caiu de R$ 7,150 bilhões para R$ 6,953 bilhões. O novo ministro das Relações Exteriores, Celso Lafer, teve mais sorte. Nada foi cortado do seu orçamento de R$ 379,4 milhões. O governo também não cortou o orçamento dos gabinetes do presidente Fernando Henrique Cardoso e do seu vice, Marco Maciel. A Advocacia-Geral da União tampouco foi atingida pelos cortes dos Ministérios do Planejamento e Fazenda. Outro órgão que não teve o seu orçamento cortado foi a Agência Brasileira de Inteligência, que assegurou um total de R$ 30,841 milhões para investimento e custeio.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.