Correção: Candidato pede investigação em Itu

A nota enviada anteriormente contém uma incorreção. O candidato a vice de Osvaldo Sonsini é Adauto Gonçales. Segue o texto corrigido:

JOSÉ MARIA TOMAZELA, Agência Estado

16 de outubro de 2012 | 20h56

O candidato do PMDB, Osvaldo Sonsini Júnior, e seu vice Adauto Gonçales, protocolaram nesta segunda-feira (15) na Justiça Eleitoral pedido de investigação de supostas fraudes na eleição em Itu, a 98 km de São Paulo. Sonsini Júnior ficou em segundo lugar no pleito, com 1.772 votos a menos que o vencedor, o candidato do PSD, Antonio Luiz Carvalho Gomes, o Tuize, eleito com 33.384 votos. Os candidatos alegam haver fortes indícios de que o resultado das urnas pode ter sido manipulado. Segundo a representação, pelo menos quatro eleitores declararam que a foto do candidato do PMDB não aparecia na tela durante a votação. O fato teria sido levado ao cartório eleitoral pelo presidente da seção, mas este recebeu a ordem de prosseguir com a votação.

Ainda de acordo com a denúncia, dois eleitores teriam sido impedidos de votar porque outros haviam votado em seus lugares. Num dos casos, foi proposto que o eleitor votasse usando o documento de outro eleitor. Duas urnas foram lacradas com selos de numeração igual. Ainda segundo a representação, até o dia 15 as urnas das seções 375 e 377 não estavam computadas no resultado total da 59ª Zona Eleitoral. Os candidatos pedem que o Ministério Público Eleitoral investigue as denúncias, determinando perícia nas ruas. Em caso de confirmação, pedem que seja suspensa a diplomação do eleito.

A titular do cartório eleitoral, Thereza Junqueira Machado, disse que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só encerrou a apuração depois de receber as mídias com os resultados das 310 urnas usadas em Itu. Se alguma urna não tivesse sido computada, o resultado não fecharia. Segundo ela, pessoas que não conhecem os procedimentos espalharam boatos improcedentes, usando inclusive redes sociais. A Justiça Eleitoral ainda vai analisar a representação.

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