Correção: Ataque da oposição 'não surte efeito'

O texto enviado anteriormente contém um erro no segundo parágrafo. O correto é "candidato a vice na chapa de Serra". Segue a versão corrigida.

RAFAEL MORAES MOURA, Agência Estado

26 Julho 2010 | 15h40

O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse hoje, ao comentar o resultado da última pesquisa Datafolha, que a estratégia da oposição de agredir e atacar "não surte efeito". De acordo com a sondagem, os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatados tecnicamente na liderança da corrida ao Planalto, com 37% e 36% das intenções de voto, respectivamente.

"O que está claro é que tem um quadro de estabilidade nos últimos 15, 20 dias, o que mostra que essa estratégia da oposição de agredir e atacar, reduzir o nível da campanha, não surte efeito", disse Padilha, referindo-se às declarações do deputado Indio da Costa (DEM-RJ), candidato a vice na chapa de Serra, que associou o PT às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e ao narcotráfico.

"A população brasileira não espera candidatos que venham acreditar que possa surtir algum efeito eleitoral a crítica e agressão", continuou Padilha, que participou pela manhã da reunião de coordenação do governo, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o ministro, o rumo da campanha de Dilma está certo. "Certamente vamos ter outro momento de campanha quando começar o programa de TV."

Durante a reunião de coordenação, foram discutidas medidas provisórias (MPs) que tramitam no Congresso Nacional e que tratam da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, da criação da Autoridade Pública Olímpica e da Secretaria de Saúde Indígena. A expectativa do governo é que essas MPs sejam aprovadas na semana que vem.

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