Correção: Anac vai avaliar irregularidades

A nota enviada anteriormente contém um erro. Ao contrário do que foi informado no segundo parágrafo, o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Pacheco dos Guaranys, não foi indiciado. Aliás, foi ele quem determinou a abertura de processo administrativo no âmbito da Anac para apurar se as supostas irregularidades deflagradas na operação Porto Seguro da Polícia Federal tiveram algum impacto na Agência. Segue abaixo o texto corrigido:

AE, Agência Estado

24 de novembro de 2012 | 18h38

São Paulo, 24/11/2012 - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou, por meio de nota à imprensa divulgada neste sábado, que foi determinada instauração imediata de processo administrativo para apurar se as supostas irregularidades deflagradas na Operação Porto Seguro da Polícia Federal tiveram algum impacto na Agência. "A Anac continuará a colaborar integralmente com as investigações da Polícia Federal", ressalta o órgão.

A Agência explica, no documento, que a investigação foi determinada em razão da Operação Porto Seguro deflagrada nesta sexta-feira pela PF, que culminou no indiciamento de diversos agentes públicos, entre eles o diretor de Infraestrutura da Agência Nacional de Aviação Civil, Rubens Carlos Vieira. O diretor-presidente, Marcelo Pacheco dos Guaranys, foi quem determinou a abertura de processo administrativo no âmbito da Anac.

Mais cedo, a presidência da República determinou o afastamento ou exoneração de todos os servidores indiciados na Operação Porto Seguro da Polícia Federal. Os diretores da Anac e Paulo Rodrigues Vieira, da Agência Nacional de Águas (ANA), serão afastados.

Já a chefe do escritório da Representação da Presidência em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, indiciada por corrupção e tráfico de influência, e o advogado geral da União substituto, José Weber Holanda, o número dois da AGU, serão exonerados.

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