Coordenador: não era preciso parar a P-36

O coordenador da P-36 em terra, Cloronildo Covas dos Santos, disse que não havia necessidade de parar a produção da plataforma, devido aos problemas relatados em boletins feitos três dias antes das explosões que causaram onze mortes e levaram ao afundamento da plataforma. "Eu, como gerente, e o pessoal de bordo julgamos que não havia necessidade de parar a produção", disse Santos, depois de prestar depoimento por uma hora e quarenta minutos ao delegado titular de Macaé, Antonio Carlos de Carvalho.Segundo Carvalho, nenhum dos quatro funcionários já ouvidos conseguiu explicar a existência de gás na coluna onde ocorreram as explosões. A área, de acordo com o projeto original da plataforma, é "não classificada", ou seja, sem sensores para gás.

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