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Coordenador jurídico nega irregularidade em campanha de Dilma

Em nota, Flávio Caetano alega que 'todas as empresas contratadas pela campanha, inclusive a empresa Angela Maria do Nascimento Sorocaba-ME, foram selecionadas após apresentação de diversas propostas de prestação de serviços'

Rafael Moraes Moura, Isadora Peron e Beatriz Bulla, O Estado de S. Paulo

25 de agosto de 2015 | 19h59

Brasília - O coordenador jurídico da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, Flávio Caetano, negou nesta terça-feira, 25, irregularidades na contratação da empresa Angela Maria do Nascimento Sorocaba-ME.

Nesta terça-feira, 25, o ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enviou ao Ministério Público Estadual de São Paulo relatório técnico elaborado pelo Fisco Paulista que detectou irregularidades na empresa, que foi contratada pela campanha da petista. 

A empresa Angela Maria do Nascimento Sorocaba-ME foi aberta em agosto de 2014 e somente entre agosto e setembro emitiu notas fiscais no valor de R$ 3,683 milhões. Deste valor, R$ 1,651 milhão foi emitido em nome da campanha presidencial petista.

Segundo o apurado, não há nenhum destaque de impostos nas notas fiscais emitidas e não há "registro de entrada de materiais, produtos e serviços". A empresa seria responsável por entregar produtos de publicidade, placas, standards e faixas, além de despesas com pessoal.

Em nota, Flávio Caetano alega que "todas as empresas contratadas pela campanha, inclusive a empresa Angela Maria do Nascimento Sorocaba-ME, foram selecionadas após apresentação de diversas propostas de prestação de serviços". 

"As empresas que apresentaram preços mais baixos foram as selecionadas. A elaboração do material contratado foi auditada pela campanha e a documentação que comprova a elaboração e entrega do material, auditada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Após rigorosa sindicância, o TSE aprovou as contas por unanimidade", ressalta o coordenador jurídico da campanha presidencial.

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