Convite ao PT agita corrida eleitoral em Porto Alegre

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), ofereceu nesta semana três secretarias ao PT, sob a justificativa de que a iniciativa segue orientação partidária de buscar proximidade com as siglas que estão nos governos federal, de Dilma Rousseff, e estadual, de Tarso Genro.

ELDER OGLIARI, Agência Estado

17 de maio de 2011 | 19h44

A iniciativa pode mudar o jogo eleitoral de 2012 na capital gaúcha. Se aceitar o convite, o PT vai se tornar um aliado de peso de Fortunati. O prefeito busca a reeleição e acredita na formação de uma aliança que reúna o PDT, o PT e o PMDB, tida como improvável na política local. O arranjo poderia enfraquecer outra candidatura competitiva, da deputada federal Manuela D''Ávila, do PC do B, que também espera apoio do PT.

Protagonistas da eleição de 2008, PT e PMDB ainda não têm nomes colocados para 2012 e movimentam-se com cautela no cenário atual. O presidente municipal do PT, Adeli Sell, admite que "a conjuntura é completamente nova" e, por isso, vai iniciar uma série de consultas às bases para depois dar resposta a Fortunati. Adverte, no entanto, que a tendência da sigla é apresentar candidato à prefeitura no ano que vem.

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