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Continua impasse sobre assentamento público no Paraná

Não houve acordo hoje para a instalação do primeiro assentamento provisório para trabalhadores rurais, proposto pelo governo do Paraná, previsto para parte da fazenda da Embrapa em Ponta Grossa, a 120 quilômetros de Curitiba.O governo estadual oferece 150 hectares e insiste na provisoriedade, enquanto os sem-terra querem 1.500 hectares para assentamento definitivo. O superintendente do Incra no Estado, Celso Lisboa de Lacerda, alertou que a questão precisa ser decidida rapidamente, pois os sem-terra, que invadiram a propriedade da Embrapa há pouco mais de um mês, estão ameaçando uma nova ocupação da área.A área de cerca de 4 mil hectares pertence à Embrapa, mas metade está cedida ao Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Parte dessa área está sendo ofertada pelo Estado para o assentamento, onde os sem-terra receberiam orientações técnicas de plantio e cuidados com animais, antes de irem ao assentamento definitivo. Segundo Lacerda, somente depois da definição sobre o tamanho da propriedade a ser passada para o patrimônio do Incra será possível discutir o modelo de assentamento.

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