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Constituição de 1988 deu poder de investigação ao MP

Rusgas entre delegados e procuradores têm se acentuado desde então

Vannildo Mendes,

20 de maio de 2012 | 22h00

Brasília - O duelo entre procuradores e policiais começou com a Constituição de 1988, que permitiu que, além das Polícias Federal e Civil, o Ministério Público também realize investigações diretamente.

Desde então as rusgas entre delegados e procuradores têm se acentuado a um ponto perigoso, com interferência danosa no resultado de inquéritos. A PF comanda, em média, 70 mil inquéritos criminais por ano. O MP realiza cerca de 20% desse montante em todo o País – a quase totalidade refere-se a ações civis públicas por improbidade administrativa. Na área criminal, o MP realiza menos de 1% do total conduzido pelas polícias.

No Congresso, a bancada policial também leva a melhor, somando cerca de 80 membros. Isso é mais que o dobro dos 30 parlamentares egressos do Ministério Público. Em 2007, o MP adquiriu até uma máquina de grampo telefônico, o Guardião, sistema de monitoramento que revolucionou os inquéritos da PF há dez anos.

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