Conselho recomenda abertura de processo de cassação

O Conselho de Ética do Senado rejeitou os destaques apresentados pelo PFL ao relatório do senador Saturnino Braga (PSB-RJ), que retiravam do texto o pedido de cassação dos senadores José Roberto Arruda (sem partido-DF) e Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA). Durante a votação do texto principal do relatório, apenas os senadores do PFL baiano se manifestaram contra o trabalho de Saturnino Braga. Os pefelistas dos demais Estados votaram a favor do relatório, ressalvando-se o direito de apoiar os destaques. Com isso, o relatório acabou aprovado por treze votos a dois. O destaque que retirava do texto o pedido de cassação caiu por dez votos a cinco.Agora, o processo passa às mãos da Mesa Diretora do Senado, que terá 15 dias para decidir se leva ou não adiante o processo de cassação contra Arruda e ACM. Se quiserem escapar desse processo, os senadores têm esse prazo - uma quinzena - para renunciar.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.