Conselho ouve dia 9 deputado acusado de mandar matar colega

Mário de Oliveira tem até quinta-feira para apresentar defesa por escrito e cinco testemunhas

Agência Brasil

27 de julho de 2007 | 18h32

O Conselho de Ética da Câmara marcou para o dia 9 de agosto o depoimento do deputado Mário de Oliveira (PSC-MG), acusado de ter contratado um pistoleiro para matar o também deputado Carlos Willian (PTC-MG). A informação foi dada nesta sexta-feira, 27, pelo presidente do conselho, Ricardo Izar (PTB-SP).   Izar informou que Mário de Oliveira, que responde a processo por quebra de decoro parlamentar movido pelo PTC, tem até quinta-feira para apresentar defesa por escrito e uma lista de até cinco testemunhas para depor no conselho. Segundo o presidente do conselho, o órgão tem pressa na investigação.   "Precisamos dar uma satisfação rápida para a sociedade. Não podemos demorar muito. Antes de 90 dias, o processo será concluído", disse ele. De acordo com Izar, o depoimento de Carlos Willian deverá ser marcado para logo depois do de Oliveira.   "O Conselho de Ética trabalha em duas frentes nesta investigação: a primeira é a de ter ocorrido a tentativa de assassinato de Carlos Willian, e a outra é de ter sido uma armação do próprio Willian contra Oliveira", afirmou Izar.   Antes do recesso parlamentar, ao assinar a notificação no próprio conselho, Mário Oliveira disse que queria celeridade na tramitação do processo. "Vou colaborar para o bom andamento das investigações. Sou inocente. Não tenho a mínima idéia de onde partiu essa armação", afirmou, na época, o deputado.

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