Conselho de Ética ouve deputado Carlos Willian

Ele processo o deputado Mário de Oliveira, que teria contratado pistoleiros para tentar mata-lo

Agência Brasil

16 de agosto de 2007 | 13h56

O deputado Carlos Willian (PTC-MG) prestou depoimento nesta quinta-feira, 16, no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, sobre o processo que seu partido move contra o deputado Mário de Oliveira (PSC-MG). Oliveira é acusado de ter contratado pistoleiros para tentar matar Willian.   O crime seria cometido no dia 21 de junho, quando Carlos Willian chegasse a Belo Horizonte em um vôo vindo de Brasília e só não foi concretizado, segundo seus advogados, porque o deputado pegou carona no avião presidencial.   No início do depoimento, o deputado, que é integrante de uma igreja evangélica, leu trecho da Bíblia pedindo proteção. Chorou e disse que sua vida "está muito ruim" depois do caso ter vindo à tona. "Não quero incriminar ninguém porque esse é o trabalho da Justiça e do Conselho de Ética. Mas não posso ficar parado como fiquei até agora", disse.   O caso veio à tona depois que uma pessoa chamada Odair disse à polícia de São Paulo que foi contactado por Mário de Oliveira para contratar um pistoleiro chamado Alemão para matar Carlos Willian. Em um segundo depoimento, Odair negou essa versão.   O presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PTB-SP), disse que a relatora, deputada Solange Amaral (DEM-RJ) trabalha com duas hipóteses: a de uma possível tentativa de homicídio ou de uma grande armação.   "Estou na presidência do Conselho há dois anos e meio e já vi de tudo aqui, menos isso. É um processo diferente dos outros e temos essas duas frentes de trabalho.

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