Gabriela Biló/ Estadão
Gabriela Biló/ Estadão

Condenação de Lula gera recorde de acessos simultâneos no portal 'Estadão'

Foram 69.521 acessos simultâneos, audiência superior às registradas em outros fatos políticos, como a posse do petista como ministro, em março de 2016, o 2.º turno das eleições, em outubro de 2014, e o impeachment de Dilma Rousseff, em agosto de 2016

O Estado de S.Paulo

13 de julho de 2017 | 00h46

A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá nesta quarta-feira, 12, teve forte impacto na internet. Foram 69.521 acessos simultâneos no portal do Estadão, uma audiência superior às registradas na posse do petista como ministro (58.638), em março de 2016; no 2.º turno das eleições (45.120), em outubro de 2014; no impeachment de Dilma Rousseff (44.277), em agosto de 2016, e na morte de Eduardo Campos, em agosto de 2014 (37.000).

Nas redes sociais, assim que a notícia foi divulgada, o nome do petista chegou ao primeiro lugar nos trendings topics do Twitter mundial. Minutos mais tarde, "Sérgio Moro" passou a figurar entre os assuntos mais comentados em todo o mundo. No perfil do Estadão no Twitter, a notícia foi retuitada 4.500 vezes até a noite desta quarta-feira, alcançando 465 mil impressões e tornando-se um dos principais destaques dos últimos 28 dias. 

No Facebook, acumulou quase 9 mil compartilhamentos, cerca de 28 mil curtidas e dois mil comentários, tornando-se um dos posts de maior repercussão na rede social. Já no Instagram, a foto do ex-presidente com a notícia também foi a mais curtida do dia entre publicações do Estadão. As reações dos seguidores fizeram com que a imagem fosse a mais comentada do perfil nos últimos três meses.

O assunto também rendeu quase 300 comentários dos leitores no portal. "Até que enfim, Lula condenado! Parabéns ao Dr. Sérgio Moro pela sua sentença, que mostra ao Brasil que ainda podemos confiar nas instituições", escreveu Caio Lima. Turibio Mendes Barbosa questionou as recentes decisões da Justiça: "Lula, mesmo condenado em primeira instância, poderá ser candidato à Presidência. Porém, um réu que está na linha sucessória da Presidência não poderá assumir caso haja necessidade. Não há coerência na lei."

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