Compra foi a prazo, alega empresa

A Agropecuária Santa Bárbara Xinguara, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que adquiriu as propriedades, mas com contratos de pagamento a prazo e, por isso, ela não figura como dona das propriedades.Na nota, a empresa explica que as propriedades "foram adquiridas a prazo" por um período médio de pagamento em 8 anos e meio. "Portanto, somente após os vendedores e o comprador cumprirem determinadas precondições, as referidas escrituras definitivas passarão para a Agropecuária Santa Bárbara."Dentre as precondições que constam nos contratos de compromisso de compra, estão a certificação do georreferenciamento perante o Incra, obrigação que deve ser cumprida pelos vendedores das fazendas, e a quitação do preço a ser pago por parte da agropecuária. "Por esse motivo, as propriedades ainda constam nos nomes dos antigos donos." Quanto à fazenda Rio Tigre, que está entre as nove propriedades alvo de ação cível pública do Ministério Público Federal por crimes ambientais, a Santa Bárbara esclareceu que não pertence ao grupo. Os pastos haviam sido alugados, mas o contrato foi encerrado em abril deste ano. A empresa também nega as acusações de que teria desmatado as propriedades no Estado do Pará.

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