Comissão monta banco de DNA para desaparecidos

A Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos está montando desde setembro do ano passado um banco especial de perfis genéticos. A comissão vem coletando amostras de sangue dos parentes consangüíneos dos desaparecidos ou dos mortos cujos corpos foram entregues aos familiares.O objetivo de ter um banco de DNA é poder "comparar e identificar com certeza científica dos restos mortais que ainda venham a ser localizados, bem como de ossadas já separadas para exames", diz o livro-relatório Direito à Memória e à Verdade.A Polícia Federal, o Instituto Médico Legal (IML) de Brasília e o próprio Ministério da Justiça têm ossadas sob sua guarda para fazer as primeiras comparações.Esses dados de DNA também podem ser comparados com novas ossadas, no caso de localização das covas clandestinas em que foram enterrados alguns dos guerrilheiros que fizeram oposição armado ao regime militar.

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