Com oscilação na pesquisa, Russomanno estuda turbinar número de campanha

Campanha do candidato do PRB à Prefeitura de SP estuda estratégia para rever dado de que eleitores desconhecem qual sua identificação na urna eletrônica

12 de setembro de 2012 | 15h05

A equipe de campanha do candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, vai discutir estratégias para reforçar a divulgação de seu número de urna. Dados da pesquisa Datafolha divulgada na última terça-feira apontam que apenas 36% dos apoiadores do ex-deputado conhecem o número do ex-deputado.

 

"À medida que a campanha vai se fazendo, a gente tem divulgado o número. Até o final da campanha, todo mundo vai saber que o nosso número é o 10. Vou conversar com os nossos coordenadores de campanha, com o marqueteiro, para analisar. Quem quer votar no Celso, chega na hora da votação vai ter a lista lá e vai ter o número de todo mundo", afirmou o candidato durante visita à Fundação Cafu no Jardim Amália, zona sul da capital.

 

Apesar de ter oscilado três pontos para baixo na última pesquisa, mas ainda se mantendo na liderança isolada, Russomanno comemorou os resultados e disse que não há queda. "Não existe queda, porque estamos dentro da margem de erro. Fico muito feliz. Recebo (a pesquisa) com humildade, com os pés no chão, com vontade de continuar trabalhando", disse.

 

Segundo a pesquisa, o ex-deputado oscilou 3 pontos para baixo em relação ao último levantamento feito no início do mês. Ainda na liderança, ele apareceu com 32% das intenções de voto. Atrás dele, vem José Serra (PSDB), que oscilou um ponto para baixo - agora, o tucano possui 20% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT) aparece tecnicamente empatado com Serra, com 17%.

 

Questionado sobre a  nomeação de Marta Suplicy (PT) para o Ministério do Trabalho duas semanas depois de embarcar na campanha de Fernando Haddad (PT) em SP, Russomanno repetiu o discurso de que "não tem padrinhos políticos".

 

"Eu tenho os homens de São Paulo, que são meus padrinhos. A população de São Paulo é que me prestigia. Cheguei até aqui porque o povo quis, pelas minhas intenções de voto, pelas minhas votações como deputado federal, sem padrinhos", afirmou.

 

Ele também não quis comentar sobre o crescimento do índice de rejeição do candidato José Serra (PSDB), que chegou aos 46%, de acordo com o Datafolha.

 

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