Com juras de lealdade a Alckmin, PTB oficializa D'Urso como vice de Russomanno

Em evento na Assembleia Legislativa, presidente estadual do partido ressaltou que a aliança com os tucanos "não está em jogo" nessas eleições municipais

30 Junho 2012 | 15h39

Guilherme Waltenberg, O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O PTB realizou na manhã deste sábado, 30, a convenção que ratificou o nome de Luiz Flávio Borges D'Urso como vice na chapa encabeçada por Celso Russomanno (PRB), na corrida à Prefeitura da Capital. Ao longo do evento, que ocorreu na Assembleia Legislativa, o

presidente estadual do partido, deputado Campos Machado, que apoia o governador Geraldo Alckmin (PSDB) no plano estadual, ressaltou que a aliança com os tucanos "não está em jogo" nessas eleições municipais. "Já avisei para o Celso (Russomanno) que nas eleições estaduais (de 2014) já temos lado (do governador Geraldo Alckmin, PSDB). Quanto mais fortes ficamos, mais forte fica meu amigo Geraldo Alckmin", afirmou Campos, em conversa com a imprensa.

Disputado neste pleito tanto pelo PT quanto pelo próprio PSDB, Campos Machado desconversou sobre as razões pelas quais as conversas com essas legendas não foram adiante, mas manteve a linha de apoio ao governo estadual. "O PTB é um partido independente. Eu realço mais uma vez minha fraternidade com o Geraldo (Alckmin), mas o PTB é independente", afirmou

Em sintonia com o discurso de Celso Russomanno, que afirmou na manhã de hoje que não faria uma campanha pautada em ataques, o deputado ressaltou que "ninguém ganha eleição batendo". Questionado se a coligação encabeçada por Russomanno manteria as críticas a atual

administração da cidade, de Gilberto Kassab (PSD), e seu antecessor, José Serra (PSDB), que também é pauta recorrente no discurso dos candidatos Fernando Haddad (PT) e Gabriel Chalita (PMDB), Campos Machado disse: "Não acredito em frente anti ninguém. Você tem razão, (o

Russomanno) bateu, no passado (em Serra). (Agora) ele é mais experiente, mais maduro, sabe que batendo ninguém ganha a eleição", afirmou.

Aclamado como "comandante" do PTB durante os discursos, Campos Machado afirmou que "não aceitará traições da

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