Yasuyoshi Chiba/AFP
Yasuyoshi Chiba/AFP

Com governo mostrando resultados, tendência é que manifestações esfriem, diz ministro da Defesa

Para Raul Jungman, forte onda de protestos é causada pela transição prolongada e a opção por radicalização

Antonio Pita e Mariana Durão, O Estado de S.Paulo

14 de setembro de 2016 | 13h49

RIO - O ministro da Defesa, Raul Jungman, avaliou nesta quarta-feira, 14, que as manifestações contra o governo Michel Temer devem esfriar, com o tempo. Em evento no Rio de janeiro, Jugman disse que a transição prolongada e a opção pela radicalização levaram à forte onda de protestos mas que a tendência é de esfriamento desse processo à medida em que o governo efetivo se firme e mostre resultados na retomada da economia e do emprego.

"Preferíamos que esse não fosse o clima", admitiu. Segundo ele, há um "segmento minoritário" contrário ao governo Temer e o direito a manifestações faz parte de um País plural e democrático, contudo, deve ser exercido dentro dos limites da lei. "A tendência é que esse processo sofra um esfriamento", disse.

Jungman afirmou que não responde pela Polícia Militar de São Paulo, onde se concentraram as reações mais violentas aos protestos, mas que lamenta o que aconteceu. 

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