Colômbia teme que Copa eleve abstenção na eleição

Os candidatos Juan Manuel Santos e Antanas Mockus conclamam os eleitores a derrotar a abstenção de votos na eleição presidencial na Colômbia, neste domingo. Historicamente, as abstenções têm superado 50% no país. Há temor que o nível de abstenção possa ser mais elevado agora que a eleição ocorre em meio às partidas da Copa do Mundo.

NALU FERNANDES, Agência Estado

19 de junho de 2010 | 20h03

"Quero convidá-los a fazermos um gol, mas um gol contra a abstenção", disse Santos, favorito para ganhar a eleição para presidente.

Mockus também tem incentivado a população a vencer a abstenção e destacou que a Colômbia pode "fazer um gol neste domingo: ter o primeiro governo Verde do planeta".

O voto não é obrigatório na Colômbia, razão pela qual a abstenção subiu de 42,6% em 1958, para 66,05% em 1994, e ficou em 50,70% em 30 de maio, no primeiro turno. A média história de abstenção está em 52%. O censo eleitoral indica 29,9 milhões de eleitores, em uma população de 45,4 milhões de habitantes. As informações são da Dow Jones.

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