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Collor: Da vitória sobre Lula em 1989 à cassação em 1992

Ex-presidente volta à cena ao se eleger presidente de comissão no Senado que fiscalizará o PAC

Daniel Bramatti, de O Estado de S. Paulo,

05 de março de 2009 | 11h22

Pelas mãos do PMDB e do DEM, o senador Fernando Collor (PTB-AL) conseguiu ontem voltar à cena política elegendo-se presidente da estratégica Comissão de Infraestrutura do Senado. E impôs dura derrota ao PT. Sua vitória por 13 a 10 consolidou o racha na base política do governo, fortaleceu ainda mais o PMDB e enfraqueceu politicamente o PT, que viu seu poder minguar na Casa. Dida Sampaio/AE - Collor conversa com Agripino após sair vitorioso A presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado será o cargo mais importante exercido por Fernando Collor de Mello desde o dia 29 de dezembro de 1992, quando, acusado de corrupção, teve o mandato de presidente da República cassado pelo Congresso e abandonou o Palácio do Planalto sob vaias.  Dida Sampaio/AE - Collor não seria vitorioso sem ajuda de Renan Agência Estado - Renan e Collor: amizade de longa data Punido com oito anos de afastamento da vida pública, Collor só voltou à cena política em 2006, com a eleição para o Senado por Alagoas.  No Congresso, o alagoano passou a integrar a base de apoio do petista Luiz Inácio Lula da Silva, a quem derrotou na eleição presidencial de 1989. Na ocasião, teve a ajuda de Miriam Cordeiro, ex-mulher de Lula, que na TV acusou o petista de ter sugerido que abortasse ao ficar grávida da filha. Arquivo/Agência Estado - Debate entre Lula e Collor nas eleições de 1989 Outro antigo adversário de quem Collor se aproximou é José Sarney, que era presidente da República em 1989 e a quem acusava de corrupção. André Dusek/AE - Já presidente, Collor passeia de jetski

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