Fabio Mota/Estadão
Fabio Mota/Estadão

Cogitado para concorrer ao Planalto, Maia diz topar eleição, não 'aventura'

Para presidente da Câmara, cenário está aberto e vários nomes estão sendo especulados

André Ítalo Rocha e Caio Rinaldi, Estadão Conteúdo

09 Janeiro 2018 | 19h15

Apontado pelo seu partido para ser candidato a presidente da República, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou há pouco que só aceita entrar na disputa se perceber que não se trata de uma "aventura". "Topo correr risco em eleição, não topo aventura", disse, em entrevista ao programa 'Conexão Estadão', da Rádio Eldorado. Ele acrescentou que, entre o risco e a aventura, "existe uma ponte Rio-Niterói pela frente".

 

Ele preferiu se esquivar de uma resposta clara sobre uma potencial candidatura para presidência da República em 2018. Maia argumentou que no momento ainda estão sendo articuladas as chapas que concorrerão ao Palácio do Planalto nas eleições. "Não digo que não me tornei presidenciável. O cenário está muito aberto e as pessoas estão especulando nomes", afirmou o parlamentar. O deputado ponderou que a definição de nomes para compor chapas não é "decisão simples, nem da minha parte e nem do partido".

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Maia ressaltou que os resultados das pesquisas de intenção de votos serão relevantes para a definição dos candidatos pelos partidos. "Se o nome proposto não sair de 1% ou 2% nas pesquisas, partidos vão buscar alternativa", disse o parlamentar, lembrando que ele mesmo, nas últimas pesquisas, tem aparecido com 1%. Além disso, ele afirmou que as siglas terão de parar para discutir projetos e trabalhar alternativas até as convenções.

 

O democrata disse ainda que será difícil apresentar uma candidatura que aglutine todas as forças políticas de centro. "Não é tão simples assim", declarou. Para ele, como o presidente Michel Temer não será candidato à reeleição, há uma tendência para que as candidaturas se fragmentem.

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