CNT vê alta para 58,8% na 'avaliação pessoal' de Dilma

A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o MDA Pesquisa, divulgada na manhã desta quinta-feira, 07, apontou que a avaliação pessoal do governo da presidente Dilma Rousseff subiu, dentro da margem de erro, de 58% para 58,8%, entre os meses de setembro e novembro. Aqueles entrevistados que desaprovam o desempenho pessoal de Dilma, no mesmo período, caíram de 40,5% para 38,9%.

RICARDO BRITO E RICARDO DELLA COLETTA, Agência Estado

07 de novembro de 2013 | 12h09

A avaliação positiva do governo subiu, também dentro da margem de erro, de 38,1% para 39%. Por sua vez, a avaliação negativa ficou em 22,7%, ante 21,9%.

Mais Médicos

A pesquisa mostrou que 84,3% dos entrevistados dizem apoiar o programa Mais Médicos, uma das bandeiras do governo Dilma Rousseff. É o maior índice de aceitação já registrado, uma vez que em setembro 73,9% apoiavam o programa e, em julho, o porcentual era de 49,7%.

O índice daqueles que desaprovam o programa, em novembro, caiu para 12,8%. Há dois meses, era de 23,8%, e em julho, 47,4%.

O levantamento apontou que, para 66,8% dos entrevistados, os médicos estrangeiros estão capacitados para fazer o atendimento à população brasileira. Outros 21,5% afirmam que os profissionais não estão capacitados.

A pesquisa registrou também que para apenas 13% dos entrevistados o programa cumpre totalmente o objetivo para o qual foi criado. Outros 46% dizem que o Mais Médicos cumpre em parte os objetivos. Para 21,6% o programa não cumpre os objetivos.

Apesar da alta avaliação do Mais Médicos, 90,6% dos entrevistados disseram que não conhecem alguém que já foi atendido por um médico estrangeiro. Somente 6,1% disseram que conhecem alguém que tinha sido bem atendido. Outros 1,5% conheciam alguém, contudo não foi bem atendido.

Dólar e dívidas

A pesquisa apontou ainda que 38,3% dos entrevistados se disseram "muito preocupados" com a alta do dólar. Outros 28,3% afirmaram estar "pouco preocupados" com a valorização da moeda norte-americana e ainda 27,6% disseram que não estão preocupados com a variação cambial.

Revelou também que 63,4% dos entrevistados se disseram "muito preocupados" com as dívidas pessoais. Outros 19,4% afirmaram estar "pouco preocupados" com esses débitos. Outros 16,5% informaram que não estão preocupados. E que 25,1% dos ouvidos vão destinar o 13º salário para pagar dívidas.

Outros 13% afirmaram que vão poupar os recursos do pagamento adicional; 6,6% economizar para pagar as contas do início do ano; 5,6% já comprometeu o salário extra; 4,2% vão viajar; e 3,4% vão comprar presentes. Ao todo, 32,3% dos entrevistados afirmaram que não recebe 13º salário.

Foram entrevistadas 2.005 pessoas, em 135 municípios das cinco regiões do País, entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

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