CNT: Para maioria, manifestações vão interferir em 2014

As manifestações populares nas redes sociais e nas ruas podem interferir nas eleições de 2014, segundo a avaliação de 64,9% dos entrevistados na pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 16. Apenas 7,7% acreditam que os protestos não terão reflexo algum nas próximas eleições do País.

LAÍS ALEGRETTI E DAIENE CARDOSO, Agência Estado

16 de julho de 2013 | 12h40

Na avaliação sobre a atuação da presidente Dilma Rousseff diante das manifestações, 40,3% dos entrevistados consideraram regular. Outros 21,2% classificaram como boa, 16,4% como péssima e 14,3% como ruim. A resposta menos frequente foi a que considera "ótima" a atuação da chefe do Executivo, com 3,4% dos entrevistados.

Em relação à atuação do Congresso Nacional diante das manifestações, a resposta mais frequente também foi regular, com 33,5% dos entrevistados, e somente 1,1% avaliou como ótima. Outros 23,4% classificaram como péssima, 23,3% como ruim e 9,2% como boa.

Plebiscito

A maioria dos entrevistados (67,9%) considerou o plebiscito proposto para a reforma política como "importante". Por outro lado, 26,1% consideraram desnecessário porque a reforma política pode ocorrer mais rapidamente sem plebiscito.

A pesquisa foi realizada entre 7 a 10 de julho, em 134 municípios brasileiros.

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